As empresas Google, Microsoft e Yahoo estão retendo dados detalhados de motores de buscas por muito tempo e, depois, não estão tornando as informações anônimas o suficiente, violando leis europeias, segundo comunicado do grupo de proteção de dados da União Europeia
As três empresas receberam cartas na quarta-feira (26/5) do grupo de proteção de dados (Article 29 Data Protection Working Party), que trata das questões de segurança de informações na Europa.
Desde 2008, o grupo tem pressionado as companhias para que não retenham dados detalhados sobre buscas por mais de seis meses. A Google, Yahoo e Microsoft concordaram em modificar o período pelo qual mantinham essas informações, que poderia chegar a 18 meses.
Os dados coletados pelos serviços de buscas podem incluir uma série de detalhes, incluindo termos de busca, data e horário da pesquisa, endereço IP do usuário e o tipo de navegador, sistema operacional e idioma utilizados.
A Google mantém todos os dados por nove meses e depois apaga o último octeto do endereço IP. O grupo de proteção escreveu à empresa dizendo que essa política não protege a identificação dos usuários. A companhia também retém os cookies – arquivos de dados utilizados para acompanhar como uma pessoa navega em um site – por 18 meses, algo que, segundo o grupo, também permite a correlação de requisições de buscas.
Recentemente, o grupo comentou sobre a Google, dizendo que a participação de mercado da empresa de 95% em alguns países europeus significa que ela “tem um papel significante na vida diária dos cidadãos europeus”.
“A aparente falta de foco na retenção de dados é preocupante”, disse o grupo. Em resposta, a Google afirmou que “desenvolve suas políticas baseada no que oferece a melhor experiência para os usuários em ambos os termos de respeito a privacidade e qualidade e segurança de serviços”.
A Diretiva de Proteção de Dados europeia, a qual o grupo acusou a Google e outras companhias de violar, não dita um período específico para a retenção dos dados. Mas autoridades de proteção de dados em países individuais podem optar por forçar as companhias a aderir às recomendações do grupo de proteção.
No meio do ano, a Yahoo pretende lançar uma política que vai “desidentificar” a maioria dos registros de seus usuários depois de três meses. Outros registros serão armazenados em uma “forma identificável” por até seis meses por razões de detecção de fraude, gestão de abusos e obrigações legais, segundo a companhia.
O grupo afirmou ao Yahoo que a companhia não oferece informações suficientes sobre seus identificadores de usuário e cookies.
No final de 2008, a Microsoft pediu às rivais para observar a recomendação de seis meses. Nesta quinta-feira (27/5), a empresa afirmou que vai apagar todo o endereço IP de seus registros de buscas depois de seis meses. Mas o grupo também encontrou problemas nesta semana sobre como a Microsoft lida com cookies para usuários de seu serviço de busca Bing.
O grupo pede às empresas para que usem uma auditoria externa para verificar se os dados de pesquisas estão sendo tratados adequadamente
Fonte: IDG News Service
(Jeremy Kirk)
Nos próximos dias, serviço vai explorar formatos diferenciados para mostrar respostas curtas e diretas.
O Google vai tornar mais fácil a busca por respostas factuais e informações sobre eventos diretamente nos resultados de sua página de buscas, afirmou a empresa nesta sexta-feira (22/1).
“Esses novos recursos são o resultado de nossos esforços em entender melhor a web e o contexto inserido nela, não se limitando a palavras-chave”, explicou o gerente de produto do Google, Noah Weiss, em entrevista.
Nas buscas que podem ser respondidas de forma simples e curta, como a população de um país, o autor de um livro ou a altura de um prédio histórico, o Google vai começar a oferecer nos próximos dias um novo tipo de resultado.
Esses resultados vão incluir um pequeno texto extraído da página que contém a resposta factual, destacada em negrito, em vez de uma reprodução genérica.
“Nós estamos tentando mudar os resultados para essas buscas factuais, como forma de melhor refletir as respostas que podem estar nessa página”, disse Weiss.
Labs
O novo recurso, que inicialmente estará disponível apenas em inglês, foi baseado na pesquisa feita pelo serviço de busca Google Squared, um produto do Google Labs que foi apresentado no ano passado e que responde a pesquisas sobre categorias, como os membros de uma equipe de beisebol, organizando os dados em uma tabela.
Além disso, o Google vai começar a permitir que webmasters usem uma tag especial em dados sobre eventos, como a data e o local da apresentação de um artista, para que a informação possa ser mostrada em uma lista logo abaixo dos resultados de busca.
Este novo recurso é uma ampliação dos Rich Snippets (fragmentos ricos), um jeito novo de apresentar dados estruturados, como classificações e preços, no texto de resposta às buscas, comentou o gerente de produto do Google, Kavi Goel.
Quando o buscador do Google percebe que trechos de uma página foram identificados como dados estruturados, ele é capaz de preservar seus formatos nos resultados de busca. Além dos eventos, a busca do Google também deverá fornecer Rich Snippets relacionados a pessoas e textos de análise.
Por IDG News Service/Miami
O Google lançou nesta quinta-feira (5/11) um serviço de busca voltado especialmente aos grandes sites de comércio eletrônico, o Google Commerce Search. Entre as opções de recursos preparadas estão o verificador ortográfico do Google, com reconhecimento de sinônimos.
A ferramenta será vendida a partir de 50.000 dólares por ano e será destinada aos principais varejistas digitais de cada país onde o Google opera.
Trata-se de um serviço hospedado e integrado ao Centro de Atendimento e Pesquisa da companhia de internet. Com o Google Merchant Center (formalmente chamado Google Base), os varejistas online enviam seus dados de catálogo para serem rastreados na internet. Uma vez encontradas, as mercadorias aparecem no site de busca de produtos do Google. Esta ferramenta é uma reação da empresa a sites como Shopping.com e Shopzilla.com.
“A maioria dos sites hoje não apresenta boa pesquisa. Ao acessar um canal de comércio eletrônico, você não pôde entrar no termo da busca exatamente do jeito como ele é descrito pelo catálogo da pesquisa dos varejistas”, explica o gerente de produto do Google Enterprise Search, Nitin Mangtani.
O Commerce Search é um serviço implementado por meio de um painel de administração. Além de incluir uma interface de programação que permite que os varejistas on-line personalizem a aparência de seus resultados na pesquisa, o lojista tem a possibilidade de criar promoções para que determinados itens apareçam no topo dos resultados.
Google montou um site que mostra a nova ferramenta de pesquisa em tempo real: www.googlestore.com. O novo serviço não substitui o servidor de uma empresa comercial, apenas a parte de pesquisa.
Fonte: IDG NOW!
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Barra de busca na página inicial do Google é ampliada para usuário ver mais claramente termos.
O Google aumentou o tamanho do campo de busca que aparece tanto na página inicial como na de resultados do seu buscador, dando aos usuários mais espaço para os termos procurados.
“Ainda que seja uma ideia muito simples e uma mudança mais simples ainda, estamos animados quanto a ists”, afirmou a vice-presidente do Google Marissa Mayer em post no blog oficial do Google.
“O novo campo de busca mais largo do Google oferece textos maiores para que você veja mais claramente os termos procurados. Também permite um tamanho maior às sugestões abaixo do campo de busca, facilitando a escolha das melhores possíveis “, explicou Mayer.
O blog do Google traz uma comparação visual entre as duas versões do campo de busca: a tradicional e a nova, mais longa, revelada na quarta-feira (9/9).
O campo de busca maior é apenas uma entre as mudanças que o Google vem promovendo em seu serviço de busca nos últimos anos.
Em agosto de 2008, as sugestões de busca apresentadas enquanto o usuário digita o termo que pretende buscar se tornaram padrão no Google.com.
Um ano depois, foi apresentado o Caffeine, nova arquitetura de buscas que o Google planeja usar para alimentar seu buscador e que já pode ser testado dentro do http://www2.sandbox.google.com.
O Caffeine apresenta mudanças em relação à arquitetura atual no que diz respeito ao tamanho do índex e a velocidade de reprodução dos resultados.
Novo mecanismo de busca melhora o tamanho do índice, a velocidade das requisições e, mais importante, muda o valor dos rankings dos resultados.
O Google realizou uma atualização significativa em seu mecanismo de buscas nesta terça-feira (11/8). Apelidada de “Caffeine” (cafeína), a nova busca melhora o tamanho do índice, a velocidade das requisições e, mais importante, muda o valor dos rankings dos resultados.
Em um post no blog do webmaster central do Google, a companhia divulgou que sua nova busca está pronta para testes.
Testes preliminares realizados pela Computerworld norte-americana demonstraram que os resultados na nova busca do Google aparecem “alguns milissegundos” mais rápido que na versão anterior do mecanismo.
Os mesmos testes mostraram uma melhor habilidade da nova busca em retirar do índice sites falsos ou maliciosos.
Além disso, parece que os resultados estão mais relevantes em relação à ferramenta anterior, como se o Google tivesse realmente otimizado sua busca para se aproximar mais das palavras-chave digitadas.
A mudança deve dar mais trabalho aos especialistas em otimização de buscas - Search Engine Optimization (SEO) -, que precisarão trabalhar em uma plataforma totalmente nova para que seus clientes apareçam no topo dos resultados do Google.
Fonte: Computerworld/EUA
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Nova ferramenta de buscas exibe resultados em planilhas personalizadas.
O Google Squared, nova ferramenta de buscas apresentada pelo Google em maio, está no ar, anunciou a empresa norte-americana nesta quinta-feira (4/6).
Apresentado como uma ferramenta da “web semântica”, o Google Squared exibe os resultados no formato de uma planilha que estrutura informações não organizadas vindas de diferentes fontes para formar uma representação padronizada.
Uma busca tradicional no Google traz uma lista de links para web sites, mas os usuários têm de visitar cada um deles para encontrar as informações que desejam, comparou o gerente de produtos do Google Squared, Alex Komoroske, em um post no blog do Google.
Uma busca por Estados norte-americanos na ferramenta exibe os nomes dos Estados em uma primeira coluna, imagens dos mesmos na coluna seguinte, além de descrições e estatísticas no restante da tabela.
O usuário pode personalizar a planilha e adicionar novas colunas com informações sugeridas pelo buscador, como as capitais dos Estados ou os nomes de seus governadores.
A ferramenta também permite que o internauta grave a tabela e volte a usar a busca tradicional do Google na mesma página.
Fonte: John Ribeiro, editor do IDG News Service, de Bangalore
O Google EUA registrou 11% de crescimento no mesmo periodo de 2007 em comparação a 2008 enquanto a Yahoo! desceu de 21,65% para 17,74% no mesmo perido de 2008, já o buscador do MSN caiu de 7,42% para 5,4% no mesmo periodo.
O Google cresceu 7% em relação a outrubro de 2007 no mercado americano conforme relátorio da HitWise enquanto Microsoft e Yahoo tiveram leve queda.
Os números do yahoo no mesmo periodo foi de 21,7% em 2007 para 17,7% neste ano.
Já a Microsoft caiu de 7,4% para 5,4% em 2008
O Ask.com ficou com 3,5% e o restante dos sistemas de buscas ficaram com 1,6%
As páginas podem ser indexadas segundo a necessidades dos administradores de sistemas para melhorar impacto em buscas.
O Google acrescentou um recurso ao Site Search, voltado para empresas de médio porte, que permite indexar as páginas de acordo com a necessidade dos administradores de sistema. Dessa maneira, as páginas criadas mais recentemente deverão aparecer nas buscas feitas pelos usuários.
De acordo com a empresa, as pesquisas feitas dentro de sites corporativos não têm impacto nos resultados exibido no Google.com. Isso porque a reindexação do mecanismo de buscas acontece em prazos diferentes.
A indexação ‘on-demand’ funciona para que a caixa de buscas utilizada em um site seja atualizada ao máximo, mas não influencia na indexação das páginas. Dessa forma, o Google não pode ser acusado de oferecer Search Engine Optimization (SEO) a usuários pagantes.
Os webmasters podem incluir os mapas dos sites no Site Search para que todas as páginas sejam indexadas e buscáveis pelo Google.
Usuários podem estabelecer valor cobrado por cada clique gerado pela ferramenta Sponsored Links, além de gasto máximo por dia.
O Google lançou, nesta quinta-feira (12/11), a ferramenta Sponsored Videos para o YouTube, que permite que os usuários dêem destaque aos seus vídeos usando um sistema de anúncios ‘pay-per-click’.
Os vídeos podem ser encontrados por palavras-chave, e os usuários podem controlar os seus gastos para posicionar seus vídeos no espaço de links patrocinados, como já existe no buscador.
O simples fato de ele estar ali não é cobrado, mas apenas quando alguém acessa o vídeo. Os usuários têm controle total de sua conta. É possível pedir que a ferramenta de links patrocinados promova um gasto máximo diário de 5 dólares, ou que cada clique em um vídeo custará 10 centavos.
Por enquanto, o serviço só é oferecido aos usuários dos Estados Unidos, mas o Google quer estender a novidade ao mundo inteiro - ainda sem previsão para tal.
Fonte: IDG NOW!