Ainda que a passos pequenos, o Bing continua crescendo no mercado de buscas nos EUA. Segundo a consultoria Experian Hitwise, o buscador da Microsoft passou de 9,23% de participação do mercado em maio, para 9,85% em junho.
O Google ainda lidera com folga neste setor, share de 71,65% no mesmo período. O Yahoo vem em segundo, com 14,37% da fatia do mercado, sofrendo uma pequena queda em relação a maio, quando contava com 14,43%.
O Bing vem ganhando força desde que criou uma parceria com o Yahoo no mercado de buscas, o que aumentou sua relevância entre os internautas. Além disso, o buscador apresentou novidades em sua interface, principalmente na área multimídia, que permite, por exemplo, a busca de vídeos sem a necessidade de sair de sua página inicial.
Nos últimos meses a Microsoft tem impulsionado vagarosamente sua participação no mercado de buscas na web, mas ainda permanece bem atrás do Google, seu rival aparentemente imbatível.
A empresa de monitoração de tráfego Hitwise anunciou nesta quarta-feira (10/3) que no mês passado o Google permaneceu firme como líder do pelotão de busca, euquanto seu concorrente Microsoft Bing apresentou ligeiro avanço.
O Google deteve 70,95% do mercado de buscas em fevereiro, de acordo com a Hitwise. Nos últimos meses, o Google manteve sua liderança no mercado, com sua participação variando entre 70,6% (em outubro) a 72,25% (em dezembro).
O Microsoft Bing, que ocupou o terceiro lugar em fevereiro atrás do Google e do seu agora parceiro Yahoo, moveu-se na direção certa nos últimos meses, saltando de 8,92% em dezembro para 9,37% em janeiro, e melhorando ainda mais para 9,7% em fevereiro.
Sem surpresa
Ezra Gottheil, analista da Technology Business Research, não se surpreendeu ao notar que o Bing tem sido lento em conquistar mais mercado em um cenário dominado pelo Google.
“Mesmo se [o Bing] tivesse impulso, o crescimento seria lento”, disse Gottheil. “As pessoas não mudam sem uma razão. O Google não quebrou. Por que consertá-lo? Na melhor das hipóteses, a Microsoft terá de enfrentar um longo caminho.”
Por outro lado, Gottheil ressaltou que o Bing não vai mal para um produto relativamente novo - “9,7% de um negócio gigantesco é um grande negócio.”
Enquanto isso, o Yahoo sofre uma queda constante de participação no mercado desde setembro, aponta a Hitwise. O Yahoo conseguiu manter-se firme em janeiro e fevereiro, com 14,57% do mercado. Mas esses números são menores que os 16,38% conquistados seis meses atrás.
Cenário estável
Gottheil ressaltou que o declínio do Yahoo, embora constante, não tem sido especialmente crítico. “Um par de pontos provavelmente não significa tanto, por isso não há razão para ninguém - Google, Bing ou Yahoo - mudar.”
Ao longo de 2009, a Microsoft gastou muito dinheiro e recursos de desenvolvimento para capturar um pouco da fatia de mercado do Google.
Seu último lance - assinar um acordo para levar o Bing a diversos sites do Yahoo - poderá ser o mais significativo. O acordo foi aprovado no mês passado tanto pelo Departamento de Justiça dos EUA como pela Comissão Europeia.
A parceria também inclui a comercialização, pelo Yahoo, de anúncios de busca premium para ambas as empresas.
Fonte: Computerworld/EUA
(Sharon Gaudin)
Uma tendência mundial e a migração de usuários do Yahoo para o Bing, fato que já acontece fortemente nos Estados Unidos.
Participação no Mercado Americano
65,4% Google - Queda 0,3%
17% Yahoo - Queda 0,3%
11,3% Bing - Crescimento 0,6%
Cremos que apartir da aprovação regulatória da fusão do Bing e Yahoo! o Bing chegará a quase 30% do Mercado de Buscas nos Estados Unidos, esse reflexo será visto em todos os outros países como o Brasil.
É Fundamental para qualquer site estar bem posicionado nos principais sites de busca como o Google, Yahoo e Bing.
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A cada pesquisa realizada no Ecosia, cerca de 2 metros quadrados de floresta tropical são salvos. União visa ligar Google à emissão de CO2.
Os buscadores de internet Yahoo e Bing decidiram unir forças com a ONG ambientalista WWF em prol de duas causas: a criação do Ecosia, uma organização independente sem fins lucrativos, e (talvez a principal delas) a tentativa de vincular a imagem do maior concorrente, o Google, à emissão constante de CO2 em detrimento das buscas realizadas no site.
Idealizado pelo alemão Christian Kroll (26), o Ecosia é um novo buscador onde, pelo menos, 80% de sua receita com buscas segue para o programa de proteção a florestas tropicais, desenvolvido e mantido pela WWF.
Segundo o próprio site, cada pesquisa web salva cerca de 2 metros quadrados de floresta tropical. Tudo realizado de forma gratuita. No momento, já foram protegidos cerca de 18 mil metros quadrados de área florestal. De acordo com a seção de perguntas e respostas do site, o financiamento do projeto se dá por meio dos cliques nos links patrocinados, exibidos ao lado dos resultados de busca.
“Cada clique em um desses links patrocinados gera um valor de alguns centavos de receita para nós. Cerca de 2% das buscam acabam em um clique de um link patrocinado”, informa o vídeo explicativo disponível no Ecosia.
Plante arvores, derrube o Google
Por que essa iniciativa não contou com a participação da gigante americana? Segundo o Ecosia, o Google não quer como sócio motores de busca altruístas, já que detém a liderança do mercado e poderia facilmente perder usuários com a parceria.
Com a criação do Ecosia, o Yahoo e o Bing devem se preocupar em fazer sua parte na preservação contínua da natureza, em especial as florestas tropicais localizadas no Brasil. Mas, seguindo a explicação e os fatos apresentados contra o Google, talvez os dois buscadores pretendam “desmatar” grandes áreas localizadas na publicidade do gigante.
Juliano Moreira ,do IDG Now!
Há cerca de seis meses no ar, o mecanismo de busca Bing, da Microsoft, já possui mais de 10% do mercado de buscas na internet.
De acordo com os dados da empresa de métricas online comScore, o buscador fechou o mês de novembro com 10,3% de participação no mercado, informa uma notícia do jornal Los Angeles Times.
O problema, porém, é que o Bing não está roubando o mercado do líder Google - cuja participação cresceu de 65% em junho para 65,6% em novembro - , mas do Yahoo, que deve uma queda de 18% para 17,5% entre outubro e novembro deste ano.
Em junho, Yahoo e Microsoft assinaram um acordo que dá à empresa de Redmond controle sobre ambos os sistemas de buscas.
Juntos, os buscadores ainda não elevaram a participação combinada de 28% do mercado desde o lançamento do Bing, segundo a comScore.
Fonte: IDGNOW!
O Google anunciou nesta segunda-feira um serviço de busca em tempo real, que atualiza automaticamente a página de resultados sem exigir que o usuário dê um comando Refresh no navegador.
O recurso, que será estendido gradualmente a todos os usuários, beneficia-se do acordo que o Google fez com o Twitter. A página de resultados terá um campo para receber as atualizações mais recentes de diversas fontes, e o Twitter é uma delas.
Em outubro, a Microsoft já havia fechado um acordo com o Twitter e o Facebook para exibir, em seu serviço de buscas Bing, resultados de pesquisa em tempo real das duas redes sociais.
Além do Twitter, o Google vai indexar e exibir em tempo real atualizações do Facebook e do MySpace, bem como de blogs , sites de notícias e páginas web que acabaram de ser criadas, explica a empresa.
Segundo o Google, foi necessário desenvolver mais de 12 tecnologias para oferecer a busca em tempo real, um serviço que exige que se monitore mais de 1 bilhão de páginas e documentos. Inicialmente a novidade estará disponível apenas na página em inglês.
Novas opções
Quando os resultados em tempo real estiverem disponíveis, os usuários verão na tela uma seção chamada “Latest results” (resultados recentes). Ele dará acesso a uma seção à direita da página de resultados, com itens relevantes que aparecerão à medida que se tornarem disponíveis.
Haverá também uma opção específica no menu, chamada Latest, para filtrar resultados das pesquisas em tempo real. Outra opção, chamada “Updates”, vai limitar os resultados de tempo real àqueles provenientes de serviços de microblogs, como o Twitter.
A funcionalidade de tempo real também estará disponível também a usuários de smartphones iPhone e Android.
Google Goggles
Outro recurso apresentado pela empresa foi o Google Goggles, aplicação de realidade aumentada que ainda está em desenvolvimento pelo Google Labs. O Google Goggles vai permitir a donos de smartphones apontar a câmera para um objeto qualquer e tirar uma foto, que poderá ser enviada para o Google a fim de se obter mais informações sobre o objeto.
Apesar de não estar pronto, o Google Goggles já pode ser experimentado por usuários do sistema operacional móvel Android - uma versão gratuita do aplicativo que lhe dá suporte pode ser baixada da loja de aplicativos do Google.
Além desses, a empresa demonstrou uma aplicação para o sistema Android que mostra locais de interesse com base nas coordenadas de posição GPS, e um recurso que permite a usuários japoneses usar os serviços de busca por voz do Google.
Após acordo com Twitter, Google anuncia que lançará Social Search nas próximas semanas para buscar informações de contatos em rede sociais.
O Google anunciou que está desenvolvendo uma nova ferramenta de busca, chamada Social Search, que procurará informações publicadas dentro das redes sociais em que o usuário está inscrito.
A informação foi divulgada pela vice-presidente de busca e experiência do usuário, Marissa Mayes, durante o evento Web 2.0 Summit, que acontece em São Francisco entre os dias 20 e 22 de outubro, segundo o blog TechCrunch.
O Social Share será lançado inicialmente dentro do Google Labs, onde o buscador apresenta tecnologias e serviços ainda em desenvolvimento que não estão preparados para o lançamento comercial.
O buscador usará como base informações customizadas no Google Profile, onde o usuário monta um cartão de visitas online, indicando redes sociais onde é inscrito, itens compartilhados no Google Reader, links para seu blog ou site e outros dados pessoais.
Ao cadastrar seu perfil no FriendFeed, por exemplo, o usuário verá resultados de seus contatos no serviço de agregação de conteúdo ao fazer buscas no serviço convencional do Google.
Mayer afirmou que é provável que a nova ferramenta funcione apenas com redes sociais cujos dados são abertos, o que, teoricamente, excluiria informações de redes como Orkut e Facebook caso o usuário não desse sua autorização.
Segundo a executiva, o Social Search será lançado nas próximas semanas.
No mesmo dia em que revelou o Social Search, o Google anunciou que fechou contrato com o Twitter para integrar o feed de mensagens do serviço de microblog nos resultados da sua busca.
Horas antes, a Microsoft anunciou acordo semelhante com o Twitter e já colocou no ar um serviço onde a tecnologia por trás do buscador Bing é usada para navegação nas mensagens curtas do Twitter.
Além do Twitter, a Microsoft anunciou acordo também com o Facebook para que atualizações publicadas pelo usuário, conhecidas como status dentro da rede social, sejam integradas aos resultados de busca do Bing.
Fonte: IDG NOW!
O Google vai adicionar novas funcionalidades ao seu painel lateral para oferecer acesso rápido a resultados de busca mais relevantes.
A companhia anunciou que novas opções de filtragem de resultado de busca em blogs e notícias aparecerão no espaço ao lado, o qual pode ser ativado ao clicar no botão “mostrar opções” (ou “show options”) na página de resultados.
Em maio, o Google passou a oferecer a capacidade de filtrar resultados de vídeos, fóruns e reviews por meio desse painel lateral. Na semana passada, a companhia adicionou filtro similar para livros. “A capacidade de filtrar resultados pela data e hora também será adicionada ao painel. Estamos lançando um recurso que mostra os resultados da última hora”, disse o gerente de produto para buscas do Google, Nundu Janakiram.
Anteriormente, o portal oferecia filtragem apenas por dia, semana e ano. “Isso evidencia a velocidade do rastreamento do Google. Conseguimos rastrear um resultado poucos minutos após aparecer na internet”, acrescentou Janakiram.
O Google também vai incluir recursos de seu serviço Web History, ou Histórico Weo, que rastreia termos buscados e salvos pelo usuário que estavam ‘logados’ em suas contas Google. Isso permitirá mostrar os links já visitados e os ainda não visitados pelo usuário nas buscas.
Filtros de shopping, que permitam ao usuário acessar rapidamente links de sites que avaliem ou vendam produtos, também começarão a aparecer nas opções da barra lateral.
Fonte: IDG NOW!
(Agam Shah)
A Europa foi a região responsável pela maior quantidade de pesquisas no mundo.
A quantidade de buscas na internet realizadas no mês de julho atingiu 113 bilhões no mundo, 41% a mais que no mesmo período de 2008, de acordo com estudo divulgado pela consultoria comScore nesta segunda-feira (31/8).
A Europa foi a região responsável pela maior quantidade de pesquisas - 32,1% do total -, seguida pela Ásia/Pacífico (30,8%) e América do Norte (22,1%). A América Latina aparece na quarta posição, com uma fatia de 9,3%.
Em busca per capita, no entanto, o mercado latino-americano lidera, com uma média de buscas de 130,4 pesquisas por internautas em julho de 2009, superior ao índice global, de 103,3. O segundo posto é ocupado pela Europa ( 116,9%). Na terceira posição está a América do Norte ( 110,6%) e em quarto, a Ásia/Pacífico (84,7%).
Segundo a comScore, o Google permanece como líder nesse mercado, com 67,5% de participação, somando 76,7 bilhões de buscas feitas a partir de seu mecanismo em julho deste ano. Em um ano, o total de pesquisas no buscador cresceu 58%.
Já o Yahoo registrou 8,9 bilhões de buscas, o que lhe garantiu uma participação de 7,8% no mercado. Na sequência está o mecanismo chinês Baidu, com 8 bilhões de pesquisas, ou 7% do setor. A Microsoft veio em seguida, com 3,3 bilhões de buscas pelo mundo feitas no seu mecanismo Bing.
A comScore considerou internautas com 15 anos de idade ou mais, conectados de suas residências ou do trabalho. A avaliação inclui mais de 150 mecanismos de buscas em 37 países.
Novo mecanismo de busca melhora o tamanho do índice, a velocidade das requisições e, mais importante, muda o valor dos rankings dos resultados.
O Google realizou uma atualização significativa em seu mecanismo de buscas nesta terça-feira (11/8). Apelidada de “Caffeine” (cafeína), a nova busca melhora o tamanho do índice, a velocidade das requisições e, mais importante, muda o valor dos rankings dos resultados.
Em um post no blog do webmaster central do Google, a companhia divulgou que sua nova busca está pronta para testes.
Testes preliminares realizados pela Computerworld norte-americana demonstraram que os resultados na nova busca do Google aparecem “alguns milissegundos” mais rápido que na versão anterior do mecanismo.
Os mesmos testes mostraram uma melhor habilidade da nova busca em retirar do índice sites falsos ou maliciosos.
Além disso, parece que os resultados estão mais relevantes em relação à ferramenta anterior, como se o Google tivesse realmente otimizado sua busca para se aproximar mais das palavras-chave digitadas.
A mudança deve dar mais trabalho aos especialistas em otimização de buscas - Search Engine Optimization (SEO) -, que precisarão trabalhar em uma plataforma totalmente nova para que seus clientes apareçam no topo dos resultados do Google.
Fonte: Computerworld/EUA