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	<description>Marketing de Busca</description>
	<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 05:02:36 +0000</pubDate>
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		<title>Lentamente, Bing continua crescendo no mercado de buscas</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 05:02:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em um mês, site da Microsoft ganhou quase 1% de participação no setor. Google continua liderando com folga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="texto">
<p>Ainda que a passos pequenos, o Bing continua crescendo no mercado de  buscas nos EUA. Segundo a consultoria Experian Hitwise, o buscador da  Microsoft passou de 9,23% de participação do mercado em maio, para 9,85%  em junho.</p>
<p>O Google ainda lidera com folga neste setor, share de 71,65% no mesmo  período. O Yahoo vem em segundo, com 14,37% da fatia do mercado,  sofrendo uma pequena queda em relação a maio, quando contava com 14,43%.</p>
<p>O Bing vem ganhando força desde que criou uma parceria com o Yahoo no  mercado de buscas, o que aumentou sua relevância entre os internautas.  Além disso, o buscador apresentou novidades em sua interface,  principalmente na área multimídia, que permite, por exemplo, a busca de  vídeos sem a necessidade de sair de sua página inicial.</p></div>
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		<title>Europa acusa buscadores da web de práticas ilegais</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 22:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Grupo de proteção de dados europeu alega que Microsoft, Yahoo e Google violam as regras de segurança da informação dos usuários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas Google, Microsoft e Yahoo estão retendo dados detalhados de motores de buscas por muito tempo e, depois,  não estão tornando as informações anônimas o suficiente, violando leis europeias, segundo comunicado do grupo de proteção de dados da União Europeia</p>
<p>As três empresas receberam cartas na quarta-feira (26/5) do grupo de proteção de dados (Article 29 Data Protection Working Party), que trata das questões de segurança de informações na Europa.</p>
<p>Desde 2008, o grupo tem pressionado as companhias para que não retenham dados detalhados sobre buscas por mais de seis meses. A Google, Yahoo e Microsoft concordaram em modificar o período pelo qual mantinham essas informações, que poderia chegar a 18 meses.</p>
<p>Os dados coletados pelos serviços de buscas podem incluir uma série de detalhes, incluindo termos de busca, data e horário da pesquisa, endereço IP do usuário e o tipo de navegador, sistema operacional e idioma utilizados.</p>
<p>A Google mantém todos os dados por nove meses e depois apaga o último octeto do endereço IP. O grupo de proteção escreveu à empresa dizendo que essa política não protege a identificação dos usuários. A companhia também retém os cookies – arquivos de dados utilizados para acompanhar como uma pessoa navega em um site – por 18 meses,  algo que, segundo o grupo, também permite a correlação de requisições de buscas.</p>
<p>Recentemente, o grupo comentou sobre a Google, dizendo que a participação de mercado da empresa de 95% em alguns países europeus significa que ela “tem um papel significante na vida diária dos cidadãos europeus”.</p>
<p>“A aparente falta de foco na retenção de dados é preocupante”, disse o grupo. Em resposta, a Google afirmou que “desenvolve suas políticas baseada no que oferece a melhor experiência para os usuários em ambos os termos de respeito a privacidade e qualidade e segurança de serviços”.</p>
<p>A Diretiva de Proteção de Dados europeia, a qual o grupo acusou a Google e outras companhias de violar, não dita um período específico para a retenção dos dados. Mas autoridades de proteção de dados em países individuais podem optar por forçar as companhias a aderir às recomendações do grupo de proteção.</p>
<p>No meio do ano, a Yahoo pretende lançar uma política que vai “desidentificar” a maioria dos registros de seus usuários depois de três meses. Outros registros serão armazenados em uma “forma identificável” por até seis meses por razões de detecção de fraude, gestão de abusos e obrigações legais, segundo a companhia.</p>
<p>O grupo afirmou ao Yahoo que a companhia não oferece informações suficientes sobre seus identificadores de usuário e cookies.</p>
<p>No final de 2008, a Microsoft pediu às rivais para observar a recomendação de seis meses. Nesta quinta-feira (27/5), a empresa afirmou que vai apagar todo o endereço IP de seus registros de buscas depois de seis meses. Mas o grupo também encontrou problemas nesta semana sobre como a Microsoft lida com cookies para usuários de seu serviço de busca Bing.</p>
<p>O grupo pede às empresas para que usem uma auditoria externa para verificar se os dados de pesquisas estão sendo tratados adequadamente</p>
<p>Fonte: <span>IDG News Service</span></p>
<p>(Jeremy Kirk)</p>
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		<title>Comércio eletrônico movimentou 210 bilhões de reais em 2009 no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 11:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Montante é 9% superior ao número registrado no ano anterior. Foco das empresas nos meios eletrônicos é relacionamento com clientes.
As transações comerciais que passaram por meio eletrônico em 2009 geraram um total de 210 bilhões de reais em negócios em 2009, somados os valores das transações negócio a negócio (B2B), de 150 bilhões de reais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Montante é 9% superior ao número registrado no ano anterior. Foco das empresas nos meios eletrônicos é relacionamento com clientes.</p>
<p>As transações comerciais que passaram por meio eletrônico em 2009 geraram um total de 210 bilhões de reais em negócios em 2009, somados os valores das transações negócio a negócio (B2B), de 150 bilhões de reais, e negócio a consumidor (B2C), de 60 bilhões de reais. O número foi 9% superior ao registrado em 2008 (193 bilhões de reais).</p>
<p>A informação vem da 12ª edição da Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileira, que avalia como comércio eletrônico toda transação realizada por meio da aplicação intensa das tecnologias de comunicação e de informação, em uma infraestrutura pública, mesmo que parcialmente realizado por meio eletrônico.</p>
<p>O estudo aponta ainda que 63,21% de todas as transações B2B foram feitas via comércio eletrônico, ante 58,32% em 2008, variação de 8%. No segmento B2C, o percentual ficou em 29,32%, ante 25,12% em 2008, crescendo 19%.</p>
<p>De acordo com o estudo, 93% das companhias ouvidas apontaram que relacionamento com o cliente é o que mais se faz via internet em se tratando de processos eletrônicos de negócios. Em segundo lugar, aparecem negócios na cadeia de suprimentos, com 71%. O estudo ouviu 437 empresas brasileiras.</p>
<p>Por <span>Rodrigo Afonso, da Computerworld</span></p>
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		<title>Publicidade na internet brasileira cresceu 25% em 2009</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 12:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Dados do Projeto Inter-Meios divulgados nesta quarta-feira (24/3) revelam que, em faturamento, internet aproxima-se do rádio; TV cresceu 7,65%.
A publicidade na internet foi a que mais cresceu em 2009, com faturamento bruto de 25,16% em comparação com 2008, segundo números do Projeto Inter-Meios divulgado nesta quarta-feira (24/3).
O total faturado pelo setor em 2009 alcançou 950,4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Projeto Inter-Meios divulgados nesta quarta-feira (24/3) revelam que, em faturamento, internet aproxima-se do rádio; TV cresceu 7,65%.</p>
<p>A publicidade na internet foi a que mais cresceu em 2009, com faturamento bruto de 25,16% em comparação com 2008, segundo números do Projeto Inter-Meios divulgado nesta quarta-feira (24/3).</p>
<p>O total faturado pelo setor em 2009 alcançou 950,4 milhões de reais - no ano anterior, esse valor foi de 759,3 milhões. Com esse resultado, a fatia da internet passa a representar 4,27% do bolo publicitário brasileiro.</p>
<p>O resultado aproxima-se da previsão do Internet Advertising Bureau, que em março de 2009 afirmou que a publicidade na  internet brasileira iria receber investimentos de 1 bilhão de reais.</p>
<p>Apesar de continuar a ser destaque, essa mídia não conseguiu repetir o estonteante desempenho de 2008, quando cresceu 44,18% em relação ao ano anterior, e nem de 2007, quando cresceu 45,76% comparado a 2006.</p>
<p>Outras mídias<br />
Em comparação, a TV aberta - que representa 60,92% do mercado - viu seu faturamento crescer 7,65% em 2009, para 13,6 bilhões de reais. Em 2008, esse número foi de 12,6 bilhões.</p>
<p>Até o rádio cresceu mais que a TV. A mídia apresentou crescimento de 9,35% no período - o faturamento publicitário deste meio em 2009 foi de 986,9 milhões de reais, apenas 3,8% superior ao da internet.</p>
<p>No ano, a TV por assinatura teve crescimento pequeno (2,52%). O setor fechou 2009 com faturamento de 822,9 milhões de reais - no ano anterior, foi de 802,7 milhões. Sua fatia no faturamento da mídia nacional no ano foi de 3,69%.</p>
<p>Entre os setores de mídia que viram seu faturamento encolher em 2009 estão o de cinema (-7,57%), revista (-6,18%), jornal (-8,11%) e guias e listas (-19,7%).</p>
<p><a href="http://www.projetointermeios.com.br/" target="_blank">O relatório completo pode ser conferido no site do Projeto Inter-Meios.</a></p>
<p>IDG Now!</p>
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		<title>E-commerce brasileiro faturou R$ 10,6 bilhões em 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vendas do varejo online no Brasil cresceram 30% em relação a 2008, superando expectativa de faturamento de R$ 10 bilhões, informa a e-bit.
O comércio eletrônico brasileiro faturou 10,6 bilhões de reais em 2009, o que representa aumento de 30% em relação ao resultado de 2008, de acordo com a 21ª edição da pesquisa WebShoppers, divulgada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vendas do varejo online no Brasil cresceram 30% em relação a 2008, superando expectativa de faturamento de R$ 10 bilhões, informa a e-bit.</em></p>
<p>O comércio eletrônico brasileiro faturou 10,6 bilhões de reais em 2009, o que representa aumento de 30% em relação ao resultado de 2008, de acordo com a 21ª edição da pesquisa WebShoppers, divulgada pela consultoria e-bit nesta terça-feira (16/3).</p>
<p>O resultado superou a expectativa de faturamento de 10 bilhões de reais para o setor prevista anteriormente pela consultoria. A compra média foi avaliada em 335 reais durante 2009, segundo os dados.</p>
<p>O total de consumidores que já fizeram compras na internet brasileira chegou a 17,6 milhões de pessoas em 2009. O volume considera usuários que compraram online desde o início da medição, em 2001.</p>
<p>O número representa praticamente um quarto (26%) dos 66,6 milhões de internautas registrados pelo Ibope Nielsen Online em dezembro de 2009.</p>
<p>O e-bit espera que, no final de 2010, o setor atraia 23 milhões de consumidores online e atinja faturamento de 13,6 bilhões de reais no País, o que representa um crescimento de 28,3% em relação a 2009.</p>
<p>Segundo o diretor executivo da e-bit, Pedro Guasti, o público de baixa renda sustentou o crescimento nas vendas pela internet no Brasil em 2009. A maioria dos novos consumidores digitais provinham das classes C e D, de acordo com ele.</p>
<p>Entre os produtos mais populares,  a categoria Livros e Assinaturas de Jornais e Revistas aparece na liderança, responsável por 20% das vendas. Seguem as categorias Saúde, Beleza e Medicamentos (13%); Eletrodomésticos (11%); Informática (9%) e Eletrônicos (6%).</p>
<p>O índice de satisfação geral do consumidor brasileiro com o e-commerce nacional caiu para 86,3% em razão tanto da greve dos Correios, ocorrida em setembro, como da incapacidade das lojas online entregarem um número de pedidos maior que o esperado no período do Natal.</p>
<p>O e-bit compila os dados por meio de formulários oferecidos para consumidores que compram produtos em cerca de 5 mil lojas online brasileiras.</p>
<p>A consultoria não contabiliza transações de carros e passagens aéreas pela web, além de sites de leilão, como o Mercado Livre.</p>
<p>O 21º WebShoppers poderá ser consultado na íntegra a partir desta quarta-feira (17/3) no site do e-bit.</p>
<p>Fonte: IDG NOW!</p>
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		<item>
		<title>Bing continua a crescer, mas está longe de ameaçar domínio do Google</title>
		<link>http://www.ziptoplist.com.br/bing-continua-a-crescer-mas-esta-longe-de-ameacar-dominio-do-google/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 02:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a Microsoft tem impulsionado vagarosamente sua participação no mercado de buscas na web, mas ainda permanece bem atrás do Google, seu rival aparentemente imbatível.
A empresa de monitoração de tráfego Hitwise anunciou nesta quarta-feira (10/3) que no mês passado o Google permaneceu firme como líder do pelotão de busca, euquanto seu concorrente Microsoft [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses a Microsoft tem impulsionado vagarosamente sua participação no mercado de buscas na web, mas ainda permanece bem atrás do Google, seu rival aparentemente imbatível.</p>
<p>A empresa de monitoração de tráfego Hitwise anunciou nesta quarta-feira (10/3) que no mês passado o Google permaneceu firme como líder do pelotão de busca, euquanto seu concorrente Microsoft Bing apresentou ligeiro avanço.</p>
<p>O Google deteve 70,95% do mercado de buscas em fevereiro, de acordo com a Hitwise. Nos últimos meses, o Google manteve sua liderança no mercado, com sua participação variando entre 70,6% (em outubro) a 72,25% (em dezembro).</p>
<p>O Microsoft Bing, que ocupou o terceiro lugar em fevereiro atrás do Google e do seu agora parceiro Yahoo, moveu-se na direção certa nos últimos meses, saltando de 8,92% em dezembro para 9,37% em janeiro, e melhorando ainda mais para 9,7% em fevereiro.</p>
<p>Sem surpresa<br />
Ezra Gottheil, analista da Technology Business Research, não se surpreendeu ao notar que o Bing tem sido lento em conquistar mais mercado em um cenário dominado pelo Google.</p>
<p>&#8220;Mesmo se [o Bing] tivesse impulso, o crescimento seria lento&#8221;, disse Gottheil. &#8220;As pessoas não mudam sem uma razão. O Google não quebrou. Por que consertá-lo? Na melhor das hipóteses, a Microsoft terá de enfrentar um longo caminho.&#8221;</p>
<p>Por outro lado, Gottheil ressaltou que o Bing não vai mal para um produto relativamente novo - &#8220;9,7% de um negócio gigantesco é um grande negócio.&#8221;</p>
<p>Enquanto isso, o Yahoo sofre uma queda constante de participação no mercado desde setembro, aponta a Hitwise. O Yahoo conseguiu manter-se firme em janeiro e fevereiro, com 14,57% do mercado. Mas esses números são menores que os 16,38% conquistados seis meses atrás.</p>
<p>Cenário estável<br />
Gottheil ressaltou que o declínio do Yahoo, embora constante, não tem sido especialmente crítico. &#8220;Um par de pontos provavelmente não significa tanto, por isso não há razão para ninguém - Google, Bing ou Yahoo - mudar.&#8221;</p>
<p>Ao longo de 2009, a Microsoft gastou muito dinheiro e recursos de desenvolvimento para capturar um pouco da fatia de mercado do Google.</p>
<p>Seu último lance - assinar um acordo  para levar o Bing a diversos sites do Yahoo - poderá ser o mais significativo. O acordo foi aprovado no mês passado tanto pelo Departamento de Justiça dos EUA como pela Comissão Europeia.</p>
<p>A parceria também inclui a comercialização, pelo Yahoo, de anúncios de busca premium para ambas as empresas.</p>
<p>Fonte: Computerworld/EUA</p>
<p>(Sharon Gaudin)</p>
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		<title>Buscador Bing cresce em cima do Yahoo! e Google</title>
		<link>http://www.ziptoplist.com.br/buscador-bing-cresce-em-cima-do-yahoo-e-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 05:03:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uma tendência mundial e a migração de usuários do Yahoo para o Bing, fato que já acontece fortemente nos Estados Unidos.
Participação no Mercado Americano
65,4%  Google  - Queda 0,3%
17%    Yahoo   - Queda 0,3%
11,3%  Bing    - Crescimento  0,6%
Cremos que apartir da aprovação regulatória da fusão do Bing e Yahoo! o Bing chegará a quase 30% do Mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma tendência mundial e a migração de usuários do <a title="Yahoo" href="http://br.yahoo.com/">Yahoo</a> para o <a title="Bing" href="http://www.bing.com/?cc=br">Bing</a>, fato que já acontece fortemente nos Estados Unidos.</p>
<p>Participação no Mercado Americano</p>
<p>65,4%  Google  - Queda 0,3%<br />
17%    Yahoo   - Queda 0,3%<br />
11,3%  Bing    - Crescimento  0,6%</p>
<p>Cremos que apartir da aprovação regulatória da fusão do Bing e Yahoo! o Bing chegará a quase 30% do Mercado de Buscas nos Estados Unidos, esse reflexo será visto em todos os outros países como o Brasil.</p>
<p>É Fundamental para qualquer site estar bem posicionado nos principais sites de busca como o Google, Yahoo e Bing.</p>
<p>Não deixe seu site de fora! peça um orçamento para <a title="Otimização de Sites" href="http://www.ziptoplist.com.br">Otimização de Sites</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas SEO: Visualizador de Páginas</title>
		<link>http://www.ziptoplist.com.br/ferramentas-seo-visualizador-de-paginas/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 01:34:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[sites]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova ferramenta de SEO da ZipTopList é um Spider (Ver como os sites de busca visualizam seu site).
O Spider mostra os resultados como (URL, Titulo, Descrição, Palavras-chave, Nº de Palavras, Nº de Palavras distintas, Palavras-chave, Densidade, Links e Código HTML)
Acessa a ferramenta em modo Beta
http://www.ziptoplist.com.br/spider/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nova ferramenta de SEO da ZipTopList é um Spider (Ver como os sites de busca visualizam seu site).</p>
<p>O Spider mostra os resultados como (URL, Titulo, Descrição, Palavras-chave, Nº de Palavras, Nº de Palavras distintas, Palavras-chave, Densidade, Links e Código HTML)</p>
<p>Acessa a ferramenta em modo Beta</p>
<p><a href="http://www.ziptoplist.com.br/spider/">http://www.ziptoplist.com.br/spider/</a></p>
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		<title>Parceria entre Yahoo, Bing e WWF dá origem a buscador verde</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 11:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sites de Busca]]></category>

		<category><![CDATA[Bing]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada pesquisa realizada no Ecosia, cerca de 2 metros quadrados de floresta tropical são salvos. União visa ligar Google à emissão de CO2.
Os buscadores de internet Yahoo e Bing decidiram unir forças com a ONG ambientalista WWF em prol de duas causas: a criação do Ecosia, uma organização independente sem fins lucrativos, e (talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada pesquisa realizada no Ecosia, cerca de 2 metros quadrados de floresta tropical são salvos. União visa ligar Google à emissão de CO2.</p>
<p>Os buscadores de internet Yahoo e Bing decidiram unir forças com a ONG ambientalista WWF em prol de duas causas: a criação do Ecosia, uma organização independente sem fins lucrativos, e (talvez a principal delas) a tentativa de vincular a imagem do maior concorrente, o Google, à emissão constante de CO2 em detrimento das buscas realizadas no site.</p>
<p>Idealizado pelo alemão Christian Kroll (26), o Ecosia é um novo buscador onde, pelo menos, 80% de sua receita com buscas segue para o programa de proteção a florestas tropicais, desenvolvido e mantido pela WWF.</p>
<p>Segundo o próprio site, cada pesquisa web salva cerca de 2 metros quadrados de floresta tropical. Tudo realizado de forma gratuita. No momento, já foram protegidos cerca de 18 mil metros quadrados de área florestal. De acordo com a seção de perguntas e respostas do site, o financiamento do projeto se dá por meio dos cliques nos links patrocinados, exibidos ao lado dos resultados de busca.</p>
<p>&#8220;Cada clique em um desses links patrocinados gera um valor de alguns centavos de receita para nós. Cerca de 2% das buscam acabam em um clique de um link patrocinado&#8221;, informa o vídeo explicativo disponível no Ecosia.</p>
<p>Plante arvores, derrube o Google<br />
Por que essa iniciativa não contou com a participação da gigante americana? Segundo o Ecosia, o Google não quer como sócio motores de busca altruístas, já que detém a liderança do mercado e poderia facilmente perder usuários com a parceria.</p>
<p>Com a criação do Ecosia, o Yahoo e o Bing devem se preocupar em fazer sua parte na preservação contínua da natureza, em especial as florestas tropicais localizadas no Brasil. Mas, seguindo a explicação e os fatos apresentados contra o Google, talvez os dois buscadores pretendam &#8220;desmatar&#8221; grandes áreas localizadas na publicidade do gigante.</p>
<p>Juliano Moreira ,do IDG Now!</p>
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		<title>Google aprimora busca a fatos e eventos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 03:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZipTopList</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Busca]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias, serviço vai explorar formatos diferenciados para mostrar respostas curtas e diretas.
O Google vai tornar mais fácil a busca por respostas factuais e informações sobre eventos diretamente nos resultados de sua página de buscas, afirmou a empresa nesta sexta-feira (22/1).
&#8220;Esses novos recursos são o resultado de nossos esforços em entender melhor a web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos próximos dias, serviço vai explorar formatos diferenciados para mostrar respostas curtas e diretas.</p>
<p>O Google vai tornar mais fácil a busca por respostas factuais e informações sobre eventos diretamente nos resultados de sua página de buscas, afirmou a empresa nesta sexta-feira (22/1).</p>
<p>&#8220;Esses novos recursos são o resultado de nossos esforços em entender melhor a web e o contexto inserido nela, não se limitando a palavras-chave&#8221;, explicou o gerente de produto do Google, Noah Weiss, em entrevista.</p>
<p>Nas buscas que podem ser respondidas de forma simples e curta, como a população de um país, o autor de um livro ou a altura de um prédio histórico, o Google vai começar a oferecer nos próximos dias um novo tipo de resultado.</p>
<p>Esses resultados vão incluir um pequeno texto extraído da página que contém a resposta factual, destacada em negrito, em vez de uma reprodução genérica.</p>
<p>&#8220;Nós estamos tentando mudar os resultados para essas buscas factuais, como forma de melhor refletir as respostas que podem estar nessa página&#8221;, disse Weiss.</p>
<p>Labs<br />
O novo recurso, que inicialmente estará disponível apenas em inglês, foi baseado na pesquisa feita pelo serviço de busca Google Squared, um produto do Google Labs que foi apresentado no ano passado e que responde a pesquisas sobre categorias, como os membros de uma equipe de beisebol, organizando os dados em uma tabela.</p>
<p>Além disso, o Google vai começar a permitir que webmasters usem uma tag especial em dados sobre eventos, como a data e o local da apresentação de um artista, para que a informação possa ser mostrada em uma lista logo abaixo dos resultados de busca.</p>
<p>Este novo recurso é uma ampliação dos Rich Snippets (fragmentos ricos), um jeito novo de apresentar dados estruturados, como classificações e preços, no texto de resposta às buscas, comentou o gerente de produto do Google, Kavi Goel.</p>
<p>Quando o buscador do Google percebe que trechos de uma página foram identificados como dados estruturados, ele é capaz de preservar seus formatos nos resultados de busca. Além dos eventos, a busca do Google também deverá fornecer Rich Snippets relacionados a pessoas e textos de análise.</p>
<p>Por IDG News Service/Miami</p>
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